domingo, 18 de setembro de 2011

PAPANDUVA COM BARRO = MUITA AVENTURA

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Pensa num povo animado e corajoso, pensou? Então deve ter pensado no Alexandre, Pedro, Everson, Fábio e Eu. Há muito tempo eu e Everson que mora em Curitiba, estávamos ensaiando para que ele fizesse um pedal na terrarada de Sanjo, mas nunca deu certo. Pois desta vez deu. Antes das 8 horas o Everson chegou, praticamente junto com o Alexandre que também veio de Curitiba.

Logo depois chegou o Fábio e Waldemar. Não sei de onde eu tirei que o nome do Everson era Alexandre e sempre que chegava um colega apresentava-o como Alexandre e até brinquei que eram dois Alexandres no pedal. Certa altura o Everson disse, não é Alexandre é Everson. Putz, que confusão. Assim, desfeita a confusão e o Alexandre que nunca foi Alexandre, voltou a assumir a sua real identidade rs. O Waldemar apareceu mas não poderia nos acompanhar por muito tempo, por conta de um compromisso ainda pela manhã.

Tínhamos neste pedal um estreante nesse mundo de malucos pedalantes. O Pedro participou do seu primeiro pedal, mas tirou de letra e demonstrou que vai longe. O Fábio já é veterano e conhece bem o trecho.

O tempo estava feio e o sereno era quase uma garoa, o que atrapalhou muito o pedal até o pedágio. Antes uma parada para fotos das queridinhas Lhamas e camelos. Mas claro, ainda no trecho da 277 o Alexandre, digo o Everson teve o pneu da sua bike furado e teve que fazer um reparo.

Enquanto o reparo era feito, o verdadeiro Alexandre abriu a mochila e tinha umas salsichas muito apetitosas kkkk, mas como ele mesmo disse isso é mal de quem já passou fome em pedais. Muito bom. Mas o pior do pedal ainda estava por vir, pois quando pegamos o trecho de terra novamente, encontramos muita lama, não estava chovendo, mas a lama era abundante. Isso tornou o pedal mais pesado que de costume e deixou as descidas mais perigosas. O Pedro em uma das descidas, se não fosse o quase, teria comprado o seu lotezinho por aquelas bandas, foi por um triz. Desta vez, eu não tive a mesma sorte, numa das descidas cometi um erro primário, travei a roda traseira, pois logo á frente tinha uma curva. Resultado: não parei o suficiente para fazer a curva e capotei. Mas o bacana é que tão rápido quanto eu caí, eu levantei e fiz sinal aos demais de que estava tudo bem. Mas nem eu sei como o clip soltou e como não me machuquei. Tive apenas uma escoriação na canela e depois em casa, senti meu ombro um pouco dolorido. A bike também agüentou firme e nada se quebrou. Por falar em quebrar, a areia aliada á água, fez nossas bikes sofrerem. A do Fábio então começou a fazer uma barulheira danada, mas agüentou até o fim e não o deixou o biker Fábio na mão. Depois de 3 horas pedaladas, completamos os 64km planejados.Esse foi o pedal dessa semana, muito 10. Valeu pessoal, até a próxima!









Alexandre e a salsicha










Corujinha








Fábio, Everson, Alexandre, Pedro e eu




domingo, 11 de setembro de 2011

COMPETIÇÃO NO BETO CARRERO E PEDAL DA ROÇA NOVA

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Pois é galera, eu e Waldemar neste dia 04 participamos de uma prova de mountain Bike em pleno parque do Beto Carrero. Porém, como tínhamos que pegar o kit um dia antes da prova, descemos no sábado, o kit aliás é muito bom, pois incluiu uma linda e boa camiseta, boné, toalha, cantil e mochila.
Dormimos em Camboriu no apartamento do sogro do Waldemar, assim já economizamos uma diária de hotel rs, muito agradecido! Tínhamos que nos abastecer para a prova e nada melhor do que uma pizza. O problema é que fomos num rodízio e daí já viu... comemos um pouco demais...
 No outro dia cedo, apesar de termos nos empanturrado de pizza, paramos numa padaria e fizemos um lanchinho básico, afinal 42 km nos esperava.
No total, pouco mais de 200 atletas participaram da prova que contou com 42 km divididos em 5 voltas e não pense que houve moleza no percurso. A organização não poupou na inclusão de subidas, terreno com lama, claro algumas descidas fortes sem contar que tínhamos que passar por uma verdadeira vala, o que garantia muita emoção á cada volta.
A organização do evento foi muito boa e contou até com helicóptero para cobertura da prova, o que deu um brilho especial.
Terminada a prova inventamos de ir à tal BIG TOWER, onde se despenca de uma altura de 100m. Não satisfeitos, fomos na tal FIRE WHIP que é a montanha russa. Confesso que quanto ela estava subindo para depois iniciar de fato a descida do percurso todo, eu me arrependi e estava certo, pois o pavor foi terrível, tanto é que durante todo o percurso, abri o olho apenas uma vez rs. Ainda assim, diante de todo o pavor pelo qual havia passado o Waldemar mui amigo, me convenceu de ir ao ELEVADOR, outro brinquedo que despenca.
O problema é que eu sempre me arrependia quando eu já estava preso aos brinquedos e daí meu amigo, nem que você implore, eles te tiram de lá, sem contar o king Kong que seria desistir....rs.
O Waldemar inclusive saiu nas imagens de uma reportagem da RBS local, que fez uma matéria, pra quem quiser assistir, segue o link:


Já na sexta (09/09/11) á noite recebi uma mensagem de celular enviada pelo Clodoaldo fazendo convite para um pedal na tal de Roça Nova. No mesmo momento falei com o Waldemar para fazermos parte do grupo, mas surgiu um problema, tanto eu quanto ele, estávamos sem carro e a saída seria no pedágio. Ainda bem que Clodoaldo se dispôs a nos dar uma carona até o pedágio. No outro dia eu, Wademar, Clodoaldo, Peixe e Alexandre iniciamos o pedal em torno de 9 horas. Eu e Waldemar não conhecíamos nada do trajeto e nem me pergunte, uma vez que não conseguiria voltar sozinho no mesmo trajeto.
Mas a verdade é que foi muito 10 o pedal, pois passamos pela represa Piraquara II, depois vimos a famosa chaminé, sem contar que adentramos na mata e fizemos uma trilha muito nervosa, onde a habilidade foi posta á prova. Uma parada no museu da SANEPAR, que recomendo pois é muito interessante. Não poderia esquecer de mencionar a pedreira abandonada onde paramos para fazer um lanche, bem como a estação de trem Roça Nova, que dá nome ao pedal. No total foram praticamente 50 km, porém, confesso que para mim, foi bem pesado ante o meu despreparo do último mês. Na seqüência algumas fotos. Abraços.















































terça-feira, 16 de agosto de 2011

VÍDEO DO REVEZAMENTO DAS NASCENTES

Partilhar Galera, segue abaixo o link do site da Equipe Gapianos Adventure Team, onde é possível assistir o vídeo da prova, gravado por eles. Muito bom, vale a pena!

http://gapianos.blogspot.com/

terça-feira, 9 de agosto de 2011

REVEZAMENTO DAS NASCENTES - 07/08/11

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Para quem não sabe, a prova que se intitula Revezamento das Nascentes, consiste em percorrer estradas por sete municípios da Região Metropolitana de Curitiba, sendo que todas elas possuem afluentes do rio Iguaçu.

A largada é dada em Piraquara e a partir daí, o atleta passa por Quatro Barras, Pinhais, Colombo, Campina Grande do Sul, Almirante Tamandaré, Campo Magro e termina em Santa Felicidade – Curitiba, num total de 91.5km, praticamente todos de terra.

Nesta que é a sétima edição do evento, foi incluído o mountain bike, uma vez que originalmente o revezamento é feito a pé, por equipes onde cada atleta corre em média 10 km e passa o bastão para outro companheiro de equipe. No mountain bike havia a opção percorrer o trecho de 91.5km de forma individual, dupla ou trio.

Eu e Waldemar decidimos fazer de forma individual para encarar os 91.5 km. A largada se deu exatamente ás 6 horas da manhã. Agora pense que horas tivemos que acordar, pois até arrumar tudo e chegar a Piraquara, descer a bike e tal, eu pelo menos acordei às 4h30m.

Apesar de ser a primeira edição para com a modalidade Mountain Bike, o número de inscritos foi considerável, em torno de 160 equipes. O barato é que neste tipo de prova há os pontos de troca de ciclista, para quem irá fazer duplo ou trio. Cada equipe pode ter até dois carros de apoio, apesar de que eu e Waldemar não tivemos.
Dada a largada, mesmo sendo uma prova longa, o pessoal disparou e tentei seguir com o mesmo ritmo. Mas logo na primeira subida forte, o primeiro pelotão da elite, já se foi.

Com alguns quilômetros, percebi que estava num grupo de 5 ou 7 bikers, sendo que estávamos todos na mesma pegada. Porém, muita gente ainda estava para trás. Não vi o Waldemar durante a prova, apenas na largada.

Já fiz inúmeros pedais longos, porém nunca havia competido numa distância tão longa e aí o bicho pegou. Até os 70 km eu ainda estava em plena capacidade, sendo que em toda a prova, parei apenas duas vezes para um xixix, o que não deu um minuto de tempo perdido.
Contudo a partir dali, comecei a sentir. As pernas já estavam pesadas e não respondiam ao que meu cérebro determinava que elas fizessem. O pior foi quando o sujeito de um carro de apoio me disse: não quero te desanimar, mas o pior está por vir.

E ele tinha razão. Depois de 70 km no gás (pois quando se esta numa competição é natural que o ritmo seja forte e constante) começaram subidas muito fortes.

Mas eu estava contente, pois conseguia manter o mesmo tempo de uma equipe de trio. Ou seja, mesmo eles trocando de bikers á cada 30 km, eu continuava na parada. Durante o percurso, não vi nenhum acidente e nenhum pneu furado. O sol apareceu e castigou um pouco.

Em torno das 9 horas, resolvi ligar para o Waldemar, fiz isso sem descer da bike, pois não queria perder tempo. Pensei: se der sorte ele atende, pois estava curioso para saber em que trecho estava. Mas nada de atender. Depois ele me disse que até ouviu o celular tocar, mas imaginou: quem é o louco que está me ligando essa hora....rs De fato, pra participar de uma prova como essa, só tendo um pouco de loucura.

A organização do evento foi perfeita, e em todos os km, tinha uma plaquinha indicando em qual km o atleta estava. Se bem que no final essas plaquinhas são uma dor de cabeça, pois demora uma era, para ir de uma á outra.

Muitos atletas da modalidade individual desistiram, não agüentaram a puxada. È como eu disse, uma coisa é fazer um pedal de passeio de 90 km ou mais, outra coisa é competir numa prova com essa distância. Minha média de batimentos cardíacos foi de 155.

Confesso que nem observei direito a paisagem. No ano passado eu fiz a mesma prova, mas a pé e meu trecho tinha 9 km. Mas sinceramente não me recordava do trajeto.

Completei a prova com exatas 4 horas e 24 minutos, média de 20,7km, fiquei em 28º lugar, num total de praticamente 100 atletas na categoria.

O Waldemar ficou em 64º lugar, ou seja, deixou ainda muita gente comendo poeira. Sem contar que na metade da prova, uma câimbra apareceu e o fez companhia durante o resto do trajeto. É isso aí Waldemar, valeu pela determinação. Medalha merecida.

Mas o que fica, mesmo com as dores e o cansaço, é a felicidade pelo desafio vencido e boas lembranças como a das crianças da zona rural todas sentadinhas á beira da estrada, nos prestigiando passar e muitas vezes com palavras de incentivo. Ano que vem se Deus quiser, estaremos lá novamente. Infelizmente não tenho tantas fotos dessa vez, sendo que as últimas seis fotos foram tiradas por Gil Reikdal, da equipe Gapianos. Abraços.