segunda-feira, 11 de abril de 2011

SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - JOINVILLE - 118KM - 09/04/11

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Eu, Luciana e Robson iríamos participar juntamente com a galera da equipe Jacaré de Conga, de uma corrida a pé na cidade de Joinville, então o Robson convidou eu e Luciana para irmos de bike um dia antes ( a turma também iria no sábado).

Combinamos de nos encontrarmos às 6horas na BR 376, então pouco antes das 6 horas passei na casa da Luciana. Uns 300 metros depois de sairmos da casa dela, uma trocada de marcha e o trocador entrou nos raios e quebrou. È infelizmente acabava ali o pedal da nossa amiga.... muitas lamentações e segui em frente para encontrar com o Robson.




Saímos do Bradesco da BR376 pontualmente ás 6:30h e durante o percurso o sol apareceu com poucas nuvens, o que possibilitou boa paisagens e conseqüentemente fotos.








 As 11:30h, ou seja, depois de cinco horas e 110km de pedal, estávamos no portal de Joinville, felizes da vida. Depois disso, mais 8km até a casa da tia de Iasnay onde um almoço nos esperava.





O que nos esperava também era um bom descanso, pois no outro dia pela manhã, participaríamos ainda da corrida a pé, onde eu fiz 5km em 28minutos e o Robson 10km em menos de uma hora (não me lembro o tempo certo).


Segue abaixo, uma foto da jacarezada em Joinville. Assim foi o final de semana, cheio de aventura.


PEDAL NOTURNO - 36KM - 08/04/11

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Nesta noite o nosso pedal noturno contou com a presença dos bikers de Curitiba, Ângelo, Claudia e Luciano e também como primeiro pedal com a nossa turminha, o Robson. Além destes também estavam presentes os parceiraços de pedal Waldemar e Fernando.

O primeiro a chegar em minha casa foi o Robson, que nada verdade apenas foi levar uma mochila, mas quando disse que uma galera estava pra chegar, topou o pedal na hora.

Depois chegaram Fernando,  Ângelo e Claudia seguidos pelo Luciano. Havíamos combinado de passar na casa do Waldemar, mas como estávamos atrasados  ele resolveu vir ao nosso encontro.

Com a galera toda reunida seguimos em direção a Colônia Muricy sendo que o Fernando estava com sede de pedal e ditou o ritmo forte até a Santa da Muricy. Nesse trecho muita animação e a palhaçada com apitos e risada de bruxa ficaram por conta do Robson.



Waldemar, Fernando, Robson, Sérgio, Luciano, Cláudia e Ângelo.


Waldemar


Cláudia


Luciano e Robson


Ângelo

Uma pausa na colônia e aí sim iria começar o pedal mais divertido com terrarada e descidas intensas. O clima estava bom, no entanto em alguns trechos havia neblina.

Foi praticamente o primeiro pedal de MTB do Luciano, pois este até então, pedalava apenas com os limpinhos (speedeiros). Mas se saiu muito bem e já estreou uma manutenção na sua gatinha/menina ( é assim que ele a chama, acredite). A certa altura eu e Waldemar percebemos que o Luciano e o Ângelo haviam ficado e decidimos voltar para conferir o acontecido.

A corrente da bike do Luciano enroscou entre o trocador e a coroa pelo lado de fora e estava muito difícil de soltar.....mas o Waldemar numa pegada só resolveu o problema com a soltura da corrente. Bike consertada, pau na mula então.



Nesse trecho muitas descidas fortes, pedras soltas e isso aliado ao fato de ser pedal noturno com neblina, deixaram a aventura ainda com mais adrenalina. A Claudia estava com sede de pedal e subia forte. Eu e Robson estávamos nos poupando um pouco, pois no outro dia tinhamos que pedalar 110km até Joinville – SC. No total foram 36km e muita diversão.


segunda-feira, 4 de abril de 2011

CROSS DUATHLON EM CAMPO MAGRO - 03/04/11

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Neste último domingo (03/04/11) eu, Iasnay, Maria Helena e Luciana, participamos pela equipe Jacaré de Conga, da segunda etapa do Campeonato Paranaense de Cross Duathlon em Campo Magro, no Morro da Palha, região cercada por montanhas e lindas paisagens.

Essa prova funciona assim: o atleta inicialmente corre por 3 km a pé, depois disso monta na bike e percorre 12km  ( na regra são 15, mas nesse dia foram 12km) e ao final destes, corre por mais 3km a pé. Todos esses trajetos são feitos em estrada de terra.


Bikes no setor de transição


Essa prova em especial foi muito pesada, pois o trecho de corrida a pé contou com trilhas muito íngremes no meio da mata e considerando que choveu forte no dia anterior, tanto pra subir quanto pra descer a trilha exigiu muita habilidade e preparo. Já o percurso de bike foi muito prazeroso, com algumas subidas fortes e longas descidas, tudo por estradas rurais bem largas e em bom estado de conservação.




Instantes antes da largada.




Largada





Corri o tempo todo com a máquina fotográfica, assim de vez enquanto tirava uma foto da galera. Logo na largada a Claudia (amiga de Curitiba) e Luciana saíram na frente e apenas consegui alcança-las no trajeto de bike, sendo a Luciana aos 2km e a Claudia aos 3km.





Cláudia



A minha maior emoção nessa prova foi que havia uma descida e que ao final era uma curva não tão fechada, o que permitia certa velocidade, no entanto, sem visão do que viria depois dela. Mas logo depois da curva havia uma ponte de madeira.  Resultado: como eu estava numa velocidade boa na descida, enquanto ia fazendo a curva tive que ir abrindo para a direita, mas como é natural a ponte era mais estreita do que a estrada, caso eu continuasse o traçado, iria com certeza cair dentro do rio e a altura era de uns 3 ou 4 metros.

Vi que parar antes seria impossível mesmo usado com habilidade o freio dianteiro, então alicatei propositalmente a roda traseira para que essa derrapasse de lado, a fim de sei lá , diminuir a velocidade e corrigir o curso...e deu certo....ao derrapar a roda, por sorte ela bateu num sobressalto da estrada e levantou acho que meio metro do chão....pensei que iria cair por conta disso..mas quando ela bateu novamente no chão.....acertou a trajetória e segui em frente. Um outro competidor que estava um pouco atrás de mim, com uma câmara de capacete  pegou essa cena. Para ver o vídeo acesse:  http://www.gapianos.blogspot.com/, o vídeo tem quase 10 minutos, mas tal acontecimento está no time 5:50 e o ideal é colocar tela inteira.



Maria Helena e Iasnay no aquecimento.





Maria Helena e seu troféu de segundo lugar na categoria.


Luciana e troféu de quinto lugar no geral feminino.


A próxima etapa será em Campo Largo, no mês de julho e com certeza se Deus quiser, estaremos lá

domingo, 3 de abril de 2011

PAPANDUVA - 02/04/11

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  Na verdade havíamos combinado de fazer um pedal noturno na sexta, porém uma tempestade atingiu São José dos Pinhais por volta de 18 horas, o que acabou por melar nossa aventura. Diante disso combinamos de sairmos ás 6 horas da manhã de sábado, com destino ao pedal do Papanduva.
  Até esse pedal de sábado de fato começar, foi uma verdadeira novela. Às 05h30min horas acordei, tomei um café e até arrumar as coisas, já eram 6 horas. No entanto, nada de Ribas aparecer e eu não tinha o número de celular dele. Como ele vem de Curitiba, esperei até as 06h15min e como não havia chego, bem como não havia me ligado, pensei que havia perdido a hora. Bom eu não podia esperar mais, pois o Waldemar me aguardava na casa dele. Nessa hora não havia ninguém nas ruas de Sanjo e o sol ainda não havia aparecido.

   Ao chegar na casa do Waldemar, tive que tocar a campainha, pois ele não estava como de costume na área da frente. Ele me aparece de pijamas hehhe..perdeu a hora e então fiquei esperando ele se arrumar. Nesse meio tempo, o celular dele toca, era minha esposa Iasnay, avisando que um cara de carro preto me chamou em casa, mas não deu tempo de atender. Esse cara era o Ribas. Pedi então para que ela ligasse para o Ribas (explica-se: ele ligou  pro meu cleular que deixei em casa, então registrou o número) e pedisse pra ele voltar, pois iria buscá-lo em casa. Contatos feitos e o Ribas que não estava longe  voltou até minha casa e o pedal dele estava salvo...ufa....hehe


  
  Quando eu e o Ribas chegamos à casa do Waldemar, este estava praticamente pronto, mas na hora de sair, verificou que o pneu havia furado...e o primeiro pit stop do dia iria sair antes mesmo do pedal começar. Pois bem, quando de fato saímos, já eram 07h15min e sol já dava as caras.
  Logo nos primeiros quilômetros o Waldemar que estava dias sem pedalar, saiu na frente com muita sede de pedal. Nosso destino e primeira parada era o nosso point pedágio da 277.


  Quando chegamos lá já havia uma galera, na sua maioria os limpinhos (speedeiros). Para nossa surpresa encontramos um antigo companheiro de pedal, o Chacrinha. Ele passou por uma cirurgia cardíaca e está retornando ao pedal agora, de forma leve.

Waldemar, Chacrinha e Maurício.


  No pedágio o Ribas disse estar com uma espécie de espinha bem nas partes baixas e aquilo estava a incomodar demais no pedalar e pensou em retornar daquele ponto, mas depois topou continuar os mais 40km de pedal que ainda tínhamos pela frente, na sua maioria, estrada de terra.
Mais um pouco de conversa com outros bikers que estavam por lá e então demos seqüência na pedalada. Logo depois da primeira descida forte, a bike do Waldemar não engatou a coroinha o que dificultou transpor uma subida. Paramos para dar uma olhada e verifiquei que o trocado dele havia soldado com terra...hehe e por isso não descia.. Jogamos um pouco de água para derreter a terra e ele voltou a funcionar.

Um pouco depois vi um cachorro com cara de gente e resolvi tirar uma foto...ele me encarou como uma pessoa zangada...hehe....depois olhando a foto com calma e não é que ele tem cara de gente mesmo....



Nesse pedal tem um ponto onde é exatamente a metade do pedal 32km  então paramos para comer uma barra de cereal. Depois dessa parada, vem uma descida muito, mas muito forte mesmo e ela se encarrega de nos proporcionar um pouco de adrenalina.
Mais na frente encontramos uma simpática vaquinha preta, daquelas que carregam aquele sininho no pescoço (aquele sininho das vaquinhas de desenho animado) e ela seguia fazendo aquele barulhinho.....mas pedalar era preciso e a vaca preta ficou pra trás...







Lembra da chuva que caiu na sexta, sobraram as possas de lama...muitas delas.




O tempo que estava até bom, começou a fechar e quando chegamos na Santa a água começou a cair e o banho foi certo. Porém, ao chegar ao centro de Sanjo, o sol já estava novamente sob nossas cabeças e fizemos um último registro fotográfico na casa do Waldemar.











O Ribas sofreu bastante com sua espinha bundal, mas venceu bravamente o desafio.
Assim, foi nosso pedal de sábado cheio de atropelos, mas com certeza muito divertido.
Valeu galera!